Give me a theme and 15 minutes.
Here´s a story.
Theme: Christmas
O Olaf decidiu ir visitar o Pai Natal, quando lá chegou viu o Rodolfo muito desanimado à procura de pasto entre a neve. Decidiu apresentar-se, mas o Rodolfo não viu um Boneco de Neve, viu uma cenoura ambulante. Resultado, o Olaf não conheceu o Pai Natal, e nunca mais voltou ao Pólo-Norte.
No dia vinte cinco o Martim levantou-se com as galinhas, desceu as escadas, aproximou-se da árvore e não haviam presentes com o seu nome. Aflito correu para as cinzas da lareira e não haviam presentes. Numa última réstia de esperança espreitou pelo exaustor acima, mas não haviam presentes.
O Martim pensou em todas as traquinices que fez ao longo do ano, nos trabalhos de casa que não fez, nas birras para não tomar banho, e em todas as vezes que não comeu os brócolos ao jantar. Costumava ser um menino bem comportado, mas desde que o seu melhor amigo mudou de escola sentia-se zangado e muito sozinho.
Sentado chão da cozinha, lavado nas lágrimas de culpa e frustração, ouviu um latido vindo da dispensa. Ao abrir a porta uma bola de pelo descoordenada cambaleou na sua direção, e o Martim conheceu o seu novo melhor amigo.
Agora, o Martim acredita em milagres de Natal.
Há muitos anos que o bolo-rei faz parte do nosso Natal. Aquela rosca, tanto recheada como coberta dos mais variados frutos secos e cristalizados é, na verdade, o mais belo e o unicamente necessário centro de mesa.
É, no entanto, fácil de esquecer que esta iguaria da pastelaria tradicional não existiria sem os muitos pasteleiros que a ela se dedicam para garantir que não falte nada na mesa dos portugueses, neste dia tão especial.
O Natal é celebrado em família, e os pasteleiros não são exceção. Num pequeno bairro em Lisboa, há algumas décadas, Maria, filha de um grande pasteleiro, assistia atenta à confeção destes bolos. Sentada num banco alto de madeira aprendia como descascar laranjas de forma a obter as pequenas tiras perfeitas, prontas a serem caramelizadas para adornarem esta sobremesa. Ainda hoje as descasca assim.
E podem questionar-se agora, o que é que acontecia a todas aquelas laranjas, pois então, a pequena Maria partia à segunda etapa da sua tradição natalícia. Recolhia todas as laranjas num cesto, e subia a sua rua, descia a outra ao lado, percorrendo o seu bairro, a bater de porta a porta, a vender a quem comprasse laranjas já descascadas.
O Natal é sobre família, é sobre tradição. Para a Maria esta era a altura mágica do ano em que se juntava ao seu pai, naquela pequena fábrica de bairro a descascar laranjas, para os seus vizinhos era a altura mágica em que a pequena Maria, a filha do pasteleiro, aparecia cheia de graça a vender laranjas sem casca. E para si, o que é o Natal?
Taberna do Tio Chico
No Bairro das Lagartixas todos sabem que em dia de festa, é obrigatório passar pela taberna do Tio Chico para um brinde. Foi nesta cervejaria que se celebrou a festa dos oitenta anos do Sr.Augusto, os cinquenta anos de casamento do Sr.Manel e da Dona Esperança e até a entrada na faculdade do menino Pedrinho, que já não é menino nenhum. Foi também aqui que a Joaninha recebeu o seu gatinho Tobias como presente de Natal e que muitos outros patudos foram acolhidos até encontrarem uma nova casa.Foi ainda graças ao tio Chico que as crianças do bairro das Lagartixas aprenderam a fazer reciclagem quando se juntaram a ele numa apanha de lixo coletiva.
A Taberna do Tio Chico não é só uma cervejaria, é o ponto de encontro e é a alma deste bairro. Para que os próximos momentos especiais nesta taberna nunca mais passem despercebidos, agora há na cervejaria uma máquina Polaroid e um quadro de cortiça com infinitos pioneses para as pendurar.
A Vera estava farta. Farta do peso na mochila, farta da falta de espaço no saco. Mas que outra hipótese teria ela? Ia surfar em Janeiro e não levava sweat? Ia explorar um novo trilho sem saber a que horas o acabaria e não levava sweat? Não. Claro que não, mas que o ia percorrer mais carregada do que queria, ia.
Até que um dia, em conversa com o Ricardo, um amigo estudante de design, decidiram arranjar uma solução para o problema da Vera, e assim apareceu a Nano´s. A marca de de sweats mini, nano sweats.
A Nano´s é a marca para jovens dinâmicos e com um espírito aventureiro que precisam de ter sempre à mão roupa quente, prática, leve e acima de tudo compacta! Térmica, mas feita de materiais ultrafinos e sustentáveis é perfeita para levar para qualquer lado. Dobra-se, dobra-se mais, e ainda mais uma vez até ficar mais pequenina que um telemóvel.
Levar a Sweat, a garrafa de água de litro e meio, a barrinha proteica, o protetor solar outros mil gadgets, necessários para explorar, sem limitações, o que a natureza melhor tem para oferecer, passaram de uma necessidade da Vera para uma missão de ambos.
Fundada este ano para ti, com a promessa de que connosco o peso não te vai estragar a próxima aventura!
Nano´s
School: Lisbon Digital Scholl
Course: Storytelling.
Teacher: Alexandre Couto